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Think Geek

O site “Think Geek” é o responsável pela mudança de perspectiva no quesito brinquedos inusitados e originais para os mais crescidos, como já não bastasse o site esbanjar criatividade e humor em camisetas “geek”.

São várias as espécies de produtos comercializados na loja passando por obejtos de segurança no estilo de filme de espionagem, lixeira em formato do personagem de Star Wars o R2D2, papel de parede decorativo no formato dos jogos de super nintendo tipo o do personagem Mario World, dentre outros.

Alguns dos itens você já deve ter visto em episódios de The Big Bang Theory, como a cortina para banheiro com estampa de tabela periódica decorando a casa de Sheldon e Leonard e o sabre de luz usado pelo Leonard pra 'proteger' a casa dos ladrões.

Visitando a categoria Geek Toys no site você irá se deparar com oito categorias de brinquedos: “Cube Goodies”, “Science Toys”, “Cube Warfare”, “Plush”, “Japan Fan”, “R/C Toys”, “ Collectibies” e “Games & Puzzles”.

Em cada uma das categorias é possível se deparar com coisas diferenciadas, tudo bem que alguns dos objetos não tem grande utilidade prática, mas atire a primeira pedra aquele que não queria ter algum daqueles itens pra si.

Os brinquedos geralmente se caracterizam por fazer uso das leis da física e biologia, sem falar nas referências aos clássicos Star Wars e Star Trek que estão presentes em grande maioria dos itens vendidos na loja.

Vale a pena, se você não for comprar alguma coisa, ao menos dar uma olhada e ver como a criatividade das pessoas vai longe.

Fica a dica.

How I Met Your Mother

How I Met Your Mother, série de nome metalinguístico afinal o narrador, Ted Mosby, conta diretamente do futuro (2030) aos seus filhos como conheceu a mãe deles sem ir diretamente ao ponto e passando por todos os seus casos amorosos. A série teve início em setembro de 2005 na CBS, canal de sitcoms como The Big Bang Theory e Two and a Half Men.

Cada episódio é marcado por um retorno ao passado onde participam da trama os grandes amigos de Ted: Marshal, Lily, Robin e Barney. Apesar do centro de toda a série estar em saber quem é a mãe dos filhos de Ted, o que mais chama atenção são os percalços (leia-se: todas desilusões amorosas de Ted e sua agoniante busca da "the one" para a vida dele) e a amizade existente entre o quinteto fazendo com que a gente esqueça de tentar desvendar o mistério, se deliciando com o enredo que se passa em New York.

Marshall Eriksen e Lily Aldrin são namorados que vivem com Ted, Marshall é um estudante de Direito, mistura de um cara bem infantil e bobão com alguém amadurecido, já Lily é uma professora do jardim de infância e artista plástica. Robin Scherbatsky, jornalista do Metro News One, vive contando histórias sobre seu país, o Canadá, e sobre coisas super conhecidas por lá, mas que nenhum dos seus amigos americanos ouviu falar. Por fim, Barney Stinson, conhecido com o seu bordão "It's going to be... Legen - wait for it - Dary!" e seu Hi5, é o conquistador da série, com uma lábia invejável e suas loucuras para conquistas de uma noite.

Além dos personagens hilários que conseguem fazer um mix de normais e sem-noção, a série tem alguns diferenciais que são os responsáveis por nos prender na TV, ou no PC. Sabe-se que a mulher da vida de Ted já apareceu em alguns dos episódios, mas nunca sabemos onde ela estava ou nunca mostravam seu rosto passando debaixo de um guarda-chuva amarelo, por exemplo.

Quando você estiver assistindo a série verá que eles falam muitos sites como: "Guy forces his wife to dress in a garbage bag for the next three years", "Lily and Marshall sell their stuff" (desativados) e Barney's video resume. Estes sites, por mais bizarros que pareçam, existem de verdade, ou ao menos existiram, no primeiro eram vendidas (DE VERDADE) peças de roupas e acessórios dos personagens de Lily e Marshall, os criadores do show idealizaram esse site com o intuito de levantar dinheiro para o Hospital Infantil de Los Angeles.

O Barney vive fazendo referência ao seu blog que é super famoso na "blogesfera", onde também é possível ouvir um trecho do The Bro Code, uma espécie de código dos manos narrado pelo próprio Neil Patrick Harris, o ator que interpreta o Barney, infelizmente para ser ouvido na íntegra é preciso desembolsar U$ 19,99.

Como é de praxe, vários famosos já participaram da série: Britney Spears (maior audiência do programa) nos episódios 13º e 19º da 3ª temporada; Andy Moore (1º capítulo da 3ª temporada), Enrique Iglesias (1º e 2º capítulos da 3ª temporada), Alessandra Ambrósio (10º episódio da 3ª temporada) e Sarah Chalke (13°, 18° e 20° capítulos da 3ª temporada e 1° capítulo da 4ª temporada).

A série irá para sua 5ª temporada no EUA. No Brasil a FoxLife é responsável por transmitir HIMYM. Fica a dica pra dar boas risadas.

Central de Atendimento: furando a fila

O telemarketing (também conhecido como call center) pode ser utilizado tanto para se informar ou reivindicar pelos serviços utilizados, quanto para que as empresas ofereçam serviços - muitas vezes indesejados.

Segundo pesquisa, os operadores de telemarketing estão em 7º lugar na lista dos profissionais mais odiados. Estes são motivo de piada devido à maneira inconfundível que se comunicam, utilizando, exageradamente, o gerúndio.

Para agilizar o atendimento, em busca da satisfação do cliente, muitos call centers estão utilizando um atendimento inteligente. Pois bem, mas não é apenas o atendimento eletrônico, no qual já estão gravadas as opções e possíveis soluções para o motivo das ligações. A tecnologia implantada vai muito além e permite até uma "furada de fila".

Durante a escolha das opções e na espera do atendente real, todos sabem que a ligação está sendo gravada; o "x" da questão é que, nesse período, um software analisa todos os sinais sonoros possíveis que possam ser identificados a partir de sua ligação - tom de voz, sinais de irritação...

De acordo com a análise desses dados, como uma possível constatação de irritação, sinais são enviados ao supervisor do call center que começa a ouvir as chamadas detectadas. Isso já é utilizado pela maior parte das centrais de telemarketing e serve para possíveis truques.

Tente emitir, durante uma dessas ligações, algum barulho como gritos ou até sopros no mic do telefone. Com isso, poderá ocorrer a constatação por parte do supervisor que estás irritado e o mesmo o colocará em uma posição superior na lista de espera. As empresas não confirmam essa técnica.

A matéria é bastante interessante e despertou a minha curiosidade. Como quase todos, supostamente, irão fazer o teste com a operadora de celular (assim como eu fiz) não irei relatar se deu ou não certo. Testem e coloquem nos comentários se a técnica é positiva ou negativa.

Fonte: Revista Super Interessante – Ed. 262 – Fevereiro 2009

Dia do Orgulho Nerd


Hoje é a 4ª edição do Dia do Orgulho Nerd. Celebração que aconteceu pela primeira vez num fórum de fãs da Marvel na Espanha em 2006 e se espalhou pela internet. O 25 de maio foi escolhido por ser o aniversário da estreia oficial de Star Wars Episode IV: A New Hope (1977).

Atualmente a carga pejorativa do termo (nerd) quase inexiste. Nerds como Bill Gates, Steve Jobs, Sergey Brin e Larry Page são figuras conhecidas e poderosas, até mesmo Barack Obama é conhecido por gostar de assuntos "tipicamente" nerds como HQ's e Star Trek. Filmes e séries de sucesso trazem personagens ou possuem o universo nerd como tema central.

Ao que parece, ser nerd está na moda. Imagino que isso não é um problema, só será quando pessoas começarem a se "comportar como nerds" não por gostarem de determinado assunto, mas para se encaixar num modelo fixado para dizer quem pertencente ou não ao grupo.

Para mim, o que vale não é tentar se enquadrar numa forma, mas sim gostar e compartilhar temas de interesse, da Ficção Científicas ao RPG, do Mangá ao HQ. Sem determinar para si ou para os outros um modelo rígido de agir para fazer parte do grupo.

Feliz Dia do Orgulho Nerd!

Hoje também é o Dia da Toalha, homenagem a Douglas Adams, o autor da saga Guia do Mochileiro das Galáxias.

Leia os posts do Sedentário e do O Crepúsculo sobre o dia. E escute a música Escolha já seu nerd do Seminovos.

A volta da animação 2D da Disney


Os desenhos em 2D da Disney marcaram minha infância e a de muitos outros. Por volta de 1994 O Rei Leão foi, possivelmente, o primeiro filme que assisti no cinema (sou de 91) e é minha animação favorita.

Em 2004, com os consecutivos fracassos de público e/ou crítica (filmes como Planeta do Tesouro, Atlantis: O Reino Perdido, entre outros), a Disney decidiu encerrar suas produções em 2D com o medíocre Nem que a Vaca Tussa. Provavelmente, os executivos imaginaram que tais fracassos eram consequência da utilização do formato tradicional, que não era mais aceito frente ao inovador 3D.

O que foi um engano, pois o sucesso ou fracasso de um filme não se deve a técnica (3D ou 2D) utilizada, mas sim a sua qualidade. Qualidade que é marca das obras Pixar, desde Toy Story até Wall-e, o que resulta no sucesso dessas animações que fortalecem a produção em 3D.

Na aquisição da Pixar Animation Studios Inc. pela Walt Disney Co. em 2006, John Lasseter (um dos maiores responsáveis pelo sucesso das animações da primeira) assumiu a direção criativa do departamento de animação da Disney. E logo demonstrou seu estima por animações em duas dimensões e resolveu reativar esse tipo de produção.

Como resultado, será lançado, em dezembro deste ano, The Princess and the Frog (A Princesa e o Sapo) que marca a volta da produção em 2D da Disney e terá a primeira negra como uma das personagens da linha princesas.

Em breve escreverei um post sobre essa nova produção, torço para que o projeto seja bem realizado e, consequentemente, tenha sucesso.

Fontes: Omelete, Cinema Em Cena

Um pouco sobre o universo Star Trek


Até pouco tempo, as únicas informações que conhecia sobre Star Trek eram as que fazem parte do senso comum: uma série de TV e uma sequência de filmes de ficção científica, a presença do personagem Spock e sua característica saudação e umas poucas referências sobre a nave Enterprise.

Mesmo com certa curiosidade, nunca me interessei em conhecer mais a fundo o universo Star Trek. Com a produção do novo filme comecei a receber informações sobre a série clássica e essa nova produção, fato que despertou minha curiosidade para procurar entender o motivo para esse universo ser tão especial para os seus fãs.

Descobri que a ficção cientifica era utilizada como um plano de fundo para discutir assuntos pertinentes na sociedade. Debatendo, por exemplo, na década de 60 temas como o autoritarismo, direitos humanos, sexismo, movimento hippie e racismo. Alguns dizem até (há divergências) que o primeiro beijo inter-racial da TV americana foi realizado na série.

Star Trek diferencia-se, entre outras características, pela presença de personagens mais complexos do que se costuma e por seu caráter humanista. Sendo assim, o universo Star Trek não deve ser visto apenas como uma “mera” ficção científica, mas algo bem mais profundo.

Num próximo post falarei sobre o novo filme da franquia.

Para mais informações sobre Star Trek veja o Especial do Omelete

Novo volume de A Liga Extraordinária de Alan Moore


Anunciado no início de 2007, o primeiro volume de The League of Extraordinary Gentlemen: Century será lançado este mês no EUA pela editora Top Shelf.

Os personagens de A Liga Extraordinária são extraídos de famosas obras ficcionais, fato que foi mostrado na sua "adaptação" para o cinema que não foi bem aceita por público e crítica, principalmente, pelos fãs de quadrinhos, por sua falta de fidelidade e da baixa qualidade do filme.

Nas histórias anteriores da Liga, os heróis eram baseados em livros clássicos da ficção inglesa do século XIX. Agora a história é situada nos séculos XX e XXI (cada volume se passa num ano específico: 1910, 1969 e atualmente) utilizando-se de personagens e lugares da ficção desse período.

Ou seja, as obras ficcionais, nas quais os personagens e lugares se baseiam, não serão restritas apenas aos livros, sendo inspirada até em séries de TV, como afirma Moore:
"Na próxima história, vamos falar da presidência atual dos EUA, o governo 'em branco' recém-eleito. Ainda não sei bem como vou escrever isso. Tenho um monte de material sobre The West Wing e 24 Horas e vários outros seriados com governos fictícios. Vou usar o que reflita de forma mais interessante o mundo real. O governo atual culpa o governo anterior pela recessão, mas, boas notícias, a Unidade de Contra-Terror dos EUA tem operativos que podem solucionar a recessão em 24 horas. São só pequenos pedacinhos do pano de fundo pelos quais conectamos nosso mundo ficcional ao mundo real. O volume abre num acampamento militar britânico no sul de Kumar, que fez as vezes de Irã/Iraque em The West Wing. Então podemos fazer conexões sem violar a premissa ficcional."
Century, o terceiro capítulo de A Liga Extraordinária terá três volumes, o terceiro deve ficar para o início de 2010. No Brasil, o material ainda está sendo disputado pelas editoras.

Fonte e leia mais: Omelete (16/04), (03/02) e (05/02/07)

Especial Oscar 2009 - Parte III

Esta é a terceira e última parte da exposição sobre os grandes filmes que estão concorrendo ao Oscar 2009 que acontecerá no dia 22 deste mês. Hoje serão apresentados 4 filmes. Clique nas imagens para assistir aos trailers. Clique aqui para ver a 1ª parte do especial e aqui para ver a 2ª.

O Casamento de Rachel (EUA, 2008). Escrito por Jenny Lumet. Dirigido por Jonathan Demme. O longa, apesar de estar indicado somente na categoria melhor atriz, tem sido aclamado pela crítica e é visto como mais um dos filmes desmerecidos pelas grandes premiações. Esse drama cotidiano conta a estória de Kym, uma dependente química em processo de reabilitação que ganha o direito de sair de sua clínica por um final de semana para ir ao casamento da irmã, a tal rachel do título do filme.

Apesar da aparente simplicidade do roteiro, Rachel Getting Married se configura como um drama de intimidade que convida o espectador a espreitar as nuances da vida de uma família fragmentada: pais separados, mortes prematuras, culpas remoídas.

A atriz principal do filme, Anne Hathaway, mais conhecida por seus papeis em comédias leves (O Diabo Veste Prada) e produções da Disney (O Diário da Princesa), recebeu o desafio de encarnar uma personagem bem mais complexa e não fez feio. A sua Kym é o retrato de uma juventude falhada que busca uma espécie de redenção. Se ela consegue isso ou não, só assistindo ao filme, que já está em cartaz aqui no Brasil.

Dúvida (EUA, 2008). Escrito e Dirigido por John Patrick Shanley. O mais novo filme da aclamada atriz Meryl Streep chega ao Oscar com cinco indicações: Melhor roteiro adaptado, duas indicações na categoria de melhor atriz coadjuvante(Viola Davis e Amy Adams) além das indicações de Philip Saymour Hoffman como Melhor ator coadjuvante e da própria Meryl como Melhor atriz..

“Dúvida” é baseado na peça homônima que, em 2005, arrematou o prêmio Pulitzer, maior prêmio americano na área cultural, na categoria de melhor montagem de drama. O filme trouxe muito do ambiente teatral ao focar as puras relações entre os personagens em detrimento de efeitos outros, como a valorização do cenário, da fotografia e de figurinos caprichados. “Doubt” é um filme de poucos personagens, mas todos marcantes. Viola Davis, por exemplo, aparece somente em uma sequência de cena, o suficiente para lhe render uma mais que merecida indicação ao prêmio de Melhor Atriz.

O filme se passa no ano de 1964, num convento católico localizado no Bronx, Estados Unidos. Meryl Streep interpreta uma freira conservadora que vê com maus olhos as atitudes do novo Padre, Philip Saymour Hoffman, criando uma atmosfera de dúvida e suspeita em relação a ele. Corrupção de menores, pedofilia, tudo é jogado no ar de maneira indireta. Mesmo assim, a única certeza que o filme deseja abertamente transmitir ao telespectador é o indubitável poder que a dúvida tem de corroer e destruir as relações humanas.

Milk - A Voz da Igualdade (EUA, 2008). Escrito por Dustin Lance Black. Dirigido por Gus Van Sant. Tradicionalmente, os Oscars tendem a valorizar filmes americanos que tracem um determinado panorama político. Esse ano não foi diferente, com filmes como Milk e Frost/Nixon concorrendo na principal categoria da premiação.

Milk trata do lado sujo da política americana nos anos 70, ressaltando a figura de Harvey Milk, liderança do movimento gay e primeiro político assumidamente homossexual a ser eleito pelo povo americano. A cinebiografia de Milk esboça a trajetória do líder, interpretado por um irreconhecível Sean Penn, desde as suas seguidas derrotas, até a sua consagração e culminando com o seu brutal assassinato pelo rival político Dan White(Josh Brolin). Apesar de se tornar cansativo em alguns momentos, o filme se arma do que há de melhor para uma boa exposição histórica: mistura cenas reais com fictícias e não economiza ao mostrar a realidade de uma sociedade preconceituosa como a americana.

Além da indicação a Melhor Filme, Milk concorre a mais sete estatuetas, incluindo melhor diretor para Gus Vant Sant e Melhor ator para Sean Penn, tido como favorito nessa categoria.

Frost/Nixon (EUA, 2008). Escrito por Peter Morgan. Dirigido por Ron Howard. Em 1974 os Estados Unidos passavam por uma situação ímpar e jamais vista nos seus quase dois séculos de sua democracia: a renúncia de um presidente legitimamente eleito. Tratava-se de Richard Nixon e o motivo de sua saída vergonhosa era nada mais que o escândalo que abalara o país dois anos antes, o caso Watergate. Acusado de participar diretamente do escândalo, Nixon não resistiu à pressão e renunciou ao cargo, porém sem admitir ao povo americano a sua culpa.

O filme Frost/Nixon mostra justamente a indignação americana diante da falta de explicações do presidente, que simplesmente se afastou da política. Somente cinco anos após Watergate, em 1977, é que Nixon resolve comentar mais abertamente o caso, ao conceder uma entrevista ao jornalista britânico David Frost. A entrevista se tornaria um marco na história da televisão americana: sua primeira parte foi vista por mais de 45 milhões de pessoas, algo impensável para a época.

Indicado a cinco estatuetas – inclua-se aí Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator, a grande tríade - o filme conta com o ator veterano, mas pouco conhecido no Brasil, Frank Langella no papel de Nixon, além de atores como Michael Sheen e Kevin Bacon.

Por que os padres não podem se casar?

Todos já devem saber, obviamente, que há anos os padres e a maioria dos componentes da igreja católica não têm permissão para se casar. Mas qual será a principal causa? A maioria sabe que é proibido, mas deve pensar que é pelo fato, puramente, da religião impedir por ir de acordo a algum dogma religioso que os padres não casam. Porém, esse impedimento não foi ocasionado por nenhuma norma religiosa.

Inicialmente, os padres não desejavam casar para se dedicarem 100% às atividades religiosas - com certo apoio em passagens bíblicas - "É bom para o homem abster-se da mulher". Porém com as mudanças na sociedade ocorridas nos anos posteriores, a Igreja Católica conquistou o auge no poder. Em consequência, acumulou bens incontáveis e valorosos. E a partir daí, os altos membros do clero decidiram se precaverem contra possíveis perdas em suas riquezas. Essas perdas seriam provenientes de divisão de bens entre os herdeiros dos membros do clero, portanto o mais seguro seria foi impedir a existência desses herdeiros.

Fonte: Portal das Curiosidades

Especial Oscar 2009 - Parte II

Esta é a segunda parte da exposição sobre os grandes filmes que estão concorrendo ao Oscar 2009 que acontecerá no dia 22 deste mês. Hoje serão apresentados 3 filmes além dos 3 concorrentes na categoria animação. Clique nas imagens para assistir aos trailers (E nos nomes na ficha técnica no caso das animações). Clique aqui para ver a 1ª parte do especial e aqui para ver a 3ª.

Valsa com Bashir (Israel, França, Alemanha, 2008). Escrito e Dirigido por Ari Folman. O ano era 2006 quando Ari Folman, israelense veterano da Guerra do Líbano de 1982, reencontrou um amigo do serviço militar em um bar. A conversa, primeiramente informal, volta-se para as lembranças do período da Guerra em que lutaram juntos. Folman, que havia se tornado um cineasta anos após o conflito, percebe que, ao contrário de seu colega, não guardou na memória um quadro geral do horror que presenciou.

Em uma tentativa de relembrar o passado, Folman passa a colher depoimentos de velhos combatentes da Guerra Libanesa e, ao conversar com eles, começa a relembrar o que realmente aconteceu, desde a investida israelense até o massacre de Sabra e Chatila.

"Valsa com Bashir" é uma compilação destes depoimentos e dessa viagem ao passado empreendida por Folman. Rodado no formato de animação, o documentário vem chamando a atenção desde quando estreou na última edição do Festival de Cannes. Ao mostrar relatos verdadeiros, até então nunca expostos, contados por sobreviventes da Guerra, Ari Folman põe o dedo na ferida e expõe ao mundo, se não uma versão totalmente imparcial do conflito, um retrato cruel e sem melodramas da empreitada de 1982.

O filme concorre a Melhor Filme estrangeiro e, além de outros prêmios que levou para Israel, já ganhou a estatueta na mesma categoria no último Globo de Ouro.

Vicky Cristina Barcelona (Espanha, 2008). Escrito e dirigido por Woody Allen. O filme ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme - Comédia/Musical, mas não dá para se enganar: o prêmio foi mais para prestigiar o diretor Woody Allen do que propriamente pela qualidade da película. Primeiro filme de Allen na Espanha, Vicky Christina conta a história de duas amigas que resolvem viajar a Barcelona para conhecer a arquitetura do local. Ao chegar lá, conhecem um pintor espanhol, Juan Antonio, que se interessa por ambas. Christina, que é noiva, tenta resistir aos encantos do rapaz, mas acaba tendo uma noite furtiva com ele. Já Cristina chega até a morar com ele. O único empecilho é a volta da ex-mulher de Juan, que passa a disputar o amor dele com Cristina.

Vicky Cristina Barcelona é uma comédia de relacionamentos, mas só isso. O filme não consegue explorar as peculialidades da paisagem Catalã e muito menos deliciar com boas tiradas o telespectador.

Scarlett Johansson, figurinha carimbada nos últimos filmes de Allen, faz uma Vicky razoável e Rebecca Hall é impecável no papel de Christina. Já Javier Bardem mostrou a sua versatilidade como ator nessa comédia após ter interpretados personagens tão pesados em filmes como Mar adentro e Onde os fracos não tem vez. O destaque mesmo fica para Penélope Cruz, sem dúvida a mais engraçada do filme. Seu papel como a ex-mulher de Juan Antonio demonstrou o seu grande potencial como atriz, principalmente quando ela tem a oportunidade de interpretar em sua lingua materna. Não é à toa que a única indicação do filme à Academia é na categoria de melhor Atriz Coadjuvante para Penélope.

O Leitor (EUA, Alemanha, 2008). Escrito por David Hare. Dirigido por Stephen Daldry. Michael era só um adolescente quando passou mal nas ruas de Neustadt, Alemanha Ocidental, em 1958, e recebeu a ajuda de uma estranha. Três meses depois, já curado, ele a procura para agradecer e os dois acabam iniciando um tórrido romance. Mesmo a diferença de idade - Hanna tem quase o dobro da idade de Michael - não impede que os dois passem um verão inteiro juntos, no qual intercalam-se sessões de leitura e noites de amor. De repente, porém, Hanna some sem deixar rastros e Michael segue a sua vida.

Sete anos depois, Michael é um sólido estudante de Direito. Em uma de suas idas ao tribunal, ele se surpreende ao ver que, no banco dos réus, está a sua antiga amante, sendo julgada por crimes, inclusive homicídios, cometidos na época que vigorava o regime Nazista.

O filme retrata justamente o sentimento misto de raiva e compaixão que Michael passa a sentir por Hanna. Além disso, o choque ao descobrir que a mulher que marcou a sua juventude compactuou com a monstruosidade nazista, tendo inclusive trabalhado em Auschwitz, o impregna de um sentimento de culpa: Como pode ele ter amado uma mulher que cometeu tal barbaridade?

"O Leitor" é envolvente e trata sob uma ótica diferente o já tão manjado tema Nazista. Concorrente a cinco estatuetas, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Atriz, com Kate Winslet que, dessa vez, pode até sair com o seu troféu(a atriz já acumula seis indicações ao Oscar, sem ter ganho nenhuma).

Dos três indicados a melhor animação, o filme que merece maior destaque é sem dúvida Wall-e. Além de ser o franco favorito a ganhar a estatueta nessa categoria, a animação da Disney concorre em mais seis categorias, incluindo melhor roteiro original, categoria de peso em que geralmente concorrem os grandes dramas.

Wall-e (EUA, 2008). Escrito e Dirigido por Andrew Stanton. A história do robozinho que habita um planeta terra destruído pela obsessão humana pelas praticidades tecnológicas consegue captar a atenção do telespectador pela intensidade dos seus gestos, já que as poucas falas de Wall-e se resumem a palavras soltas. Os demais personagens,em particular Ave, a robozinha pela qual Wall-e se apaixona, são um espetáculo à parte, produtos de um trabalho gráfico exemplar. No filme, o que há de menos humano são as figuras humanas, retratadas quase todas como seres insuficientes, que desaprenderam a viver. Mesmo o final, esperançoso, não elimina totalmente essa visão negativa da nossa raça.

As outras duas animações, ao contrário de Wall-e, voltam-se para a tradicional receita de sucesso: animais fofos, humor e um final feliz.

Bolt – Supercão (EUA, 2008). Escrito por Chris Williams e Dan Fogelman. Dirigito por Chris Williams. "Bolt, supercão", realizado, assim como Wall-e, pela gigante Walt Disney, conta a história de um pastor alemão que é astro de um programa de TV, no qual ele luta contra o crime. Quando Bolt resolve usar os poderes que possui no programa na vida real, mas não percebe que eles são apenas truques e que ele é só um cão normal.

Kung Fu Panda (EUA, 2008). Escrito por Glenn Berger. Dirigido por John Stevenson e Mark Osborne. Já "Kung Fu Panda", da DreamWorks, conta a história de Po, um urso panda atrapalhado que, ao ser escolhido para cumprir uma antiga profecia, ingressa no mundo do Kung Fu e passa a treinar com grandes mestres.

Curiosidade: Quais são as outras artes?

O cinema é conhecido como a 7ª arte, sempre tentei enumerar as outras seis. Não existe uma classificação exata e até divergência em relação a abrangência de uma em relação a outra. Alguns acreditam que as outras artes são arquitetura, escultura, música, literatura e teatro (incluindo dança) formando as belas artes. Já outros, como italiano Ricciotto Canudo em seu Manifesto das Sete Artes, separam as artes por seus elementos básicos:

Música (som)
Dança/Coreografia (movimento)
Pintura (cor)
Escultura (volume)
Teatro (representação)
Literatura (palavra)

Sendo o Cinema a sétima por ser a última inventada (integrando os outros elementos). Algumas artes posteriores podem ser inseridas como a Fotografia (Mesmo sendo a técnica anterior a do cinema só foi entendida como representação artística depois), Quadrinhos, Games e Arte Digital.

Fontes: Wikipédia e Revista Mundo Estranho (Julho de 2002)

Especial Oscar 2009 - Parte I

Bom, meu nome é Thyciane, estudante e cinéfila quando disposta, e vou estar por aqui vez ou outra postando algo sobre a sétima arte ou sobre qualquer outro ramo do entretenimento. Usei o meu primeiro post para discutir um pouco sobre a premiação dos Academy Awards, os Oscars, que serão entregues no próximo dia 22 de fevereiro. Assim, hoje vai a primeira parte da exposição dos grandes filmes indicados e como vem sendo a repercussão destes nos festivais que precedem a premiação da Academia. Fiquem com os 4 primeiros filmes. Clique nas imagens para assistir aos trailers. Clique aqui para ver a 2ª parte e aqui para ver a 3ª parte do especial.

O Curioso Caso de Benjamin Button (EUA, 2008). Escrito por Eric Roth (baseado em romance de F. Scott Fitzgerald). Dirigido por David Fincher. O primeiro pensamento que eu tive quando os créditos finais de "O Curioso Caso de Benjamin Button" começaram a subir foi que a edição do filme foi mal feita. Claro que isso é uma brincadeira – o filme até concorre ao prêmio de melhor edição - mas o fato é que ele é muito longo, cerca de 160min. Apesar disso, a sua mensagem é colossal, embora às vezes caia num lugar-comum: A irreversibilidade do tempo. Mesmo com os pequenos defeitos, o filme vale pelo conjunto da obra.

Filme com o maior número de indicações, treze, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor, “Benjamin Button” conta a trajetória da vida de Benjamin, vivido por um Brad Pitt em seu ápice como ator. Ao contrário dos seres humanos normais, Benjamin nasce idoso e vai rejuvenescendo com o passar dos anos, sendo criado num asilo. É a narrativa dos momentos da vida de uma pessoa, só que as experiências vividas pelo protagonista se apresentam ao avesso. Enquanto criança, ele se depara constantemente com a morte de pessoas próximas; o primeiro emprego conseguido na juventude, ainda preso no corpo de um velho. Tudo na vida de Benjamin destoa da dos demais. Ele mesmo sabe que é único. Ainda assim, as relações que ele estabelece são o que há de mais humano: o romance entre ele e Daisy é peculiar ao extremo, fugindo dos estereótipos hollywoodianos. Ao apaixonar-se pela menina de olhos claros, Benjamin luta, em vão, contra o tempo, pois o caminho dos dois é simplesmente oposto. Não importa para que lado ele se desloque, o tempo passará e haverá o desencontro, e ele sabe disso. Assim, desde o início o romance está fadado ao fracasso, porém durante os curtos anos em que possuem idades similares, Benjamin e Daisy se entregam ao amor que lhes foi destinado.

O que também chama a atenção no filme é a qualidade dos efeitos especiais utilizados, principalmente para caracterizar o personagem de Pitt, enquanto idoso. O ator está simplesmente irreconhecível devido às camadas de efeitos de envelhecimento gerados por computador.

O fato é que a Academia caiu de amores pelo filme, indicando-o nas grandes categorias. Ainda assim, o número de indicações, sugerem alguns, foi excessivo, principalmente nas técnicas, onde haveria filmes mais capacitados. Mesmo assim, não duvido nada que “O Curioso Caso de Benjamin Button” saia como um dos grandes vencedores da noite.

Quem Quer Ser Milionário? (Reino Unido, Índia, 2008). Escrito por Simon Beaufoy. Dirigido por Danny Boyle. Andam dizendo que Slumdog Millionaire seria o que Juno e Little Miss Sunshine foram para os seus respectivos Oscars: Um filme com orçamento reduzido que conseguiu passar uma boa história. Bobagem, é bem mais que isso. Embora realmente possua um orçamento reduzido para os padrões dos grandes filmes - cerca de 15 milhões de dólares - Slumdog consegue a proeza, coisa rara, de intercalar com perfeição o drama com o humor e cenas fortes com um final que arrebata o telespectador. Nem o inglês com forte sotaque indiano incomoda, pois se sabe que ele é imprescindível para o bom desenrolar da estória. Some-se a isso a trilha sonora, uma forte batida de inspiração indiana que muito remete à periferia de Mumbai, onde boa parte do filme se passa, e que é cotada como favorita à estatueta do dia 22 de fevereiro.

Com dez indicações ao prêmio, incluindo Melhor filme e Melhor diretor, Slumdog Millionaire chega ao Oscar tendo arrebatado os prêmios de Melhor Filme no Globo de ouro e no SAG Awards, tidos como prévias do Oscar. Mesmo assim, tendo Benjamim Button - líder em indicações, são treze no total - como concorrente direto e sabendo que nos últimos anos os Academy Awards não vêm seguindo a tendência dos prêmios anteriores, pode-se esperar tudo.

Ainda que saia de mãos vazias, o que acho dificílimo, Slumdog é um filme que, acima de tudo, merece ser visto, pois o roteiro é muito bem bolado. Ao contar a estória de Jamal Malik, jovem indiano analfabeto que tem a chance de participar da versão indiana do programa "Quem quer ser um milionário?"(mesmo estilo do extinto Show do Milhão brasileiro) e que surpreende a todos ao chegar à última pergunta do jogo e estar prestes a ganhar 20 milhões de rúpias, cerca de 950 mil reais. O programa termina, e a pergunta final será feita no dia seguinte, em sua nova edição. Nesse intervalo, Jamal é, injustamente, acusado de trapacear, pois segundo a organização o jovem não teria como saber as respostas sendo analfabeto. A partir daí é que o filme se desenrola, pois Jamal precisa contar à polícia a história de sua vida para provar sua inocência. Se Jamal ganha ou não o dinheiro é coisa secundária. O que ele ganha com certeza é sua libertação, literal e metaforicamente falando.

Como já disse, o filme é favorito à estatueta de Melhor Trilha Musical, porém nas outras categorias o impasse é generalizado.

Foi Apenas um Sonho (EUA, 2008). Escrito por Justin Haythe (baseado em romance de Richard Yates). Dirigido por Sam Mendes. O filme, antes tido como uma das cartas certas para concorrer aos prêmios principais, surpreendeu a muitos ao não ser indicado nem a melhor filme nem a melhor diretor. Nem Kate Winslet, que arrematou o Globo de Ouro de Melhor Atriz por sua atuação no filme, escapou da maré de baixa receptividade do filme pela Academia - prova do talento da atriz, no entanto, é que ela concorre na mesma categoria pelo seu papel em The Reader, no qual contracena com o também britânico Ralph Fiennes. Mesmo considerado injustiçado por alguns, seria exagero dizer que Revolutionary é um filme arrebatador. Apesar de emocionar em alguns momentos e de poder contar com atuações impecáveis de Leonardo DiCaprio e principalmente de Kate Winslet, que contracenam novamente depois de doze anos, o filme perde um pouco de ritmo, talvez devido à excessiva preocupação de Sam Mendes, diretor do longa, em se manter fiel ao livro homônimo no qual o filme é baseado.

Ainda assim, Revolutionary Road encontra sim espaço entre os grandes da nova safra pois, enquanto um filme de drama, cumpre o seu papel. A película narra a história de um jovem casal(DiCaprio e Winslet) no contexto dos Estados Unidos da década de cinquenta. Apesar de apaixonados, os dois veem, no correr dos anos que, todos os sonhos e planos por eles idealizados foram pouco a pouco corroídos pelo tempo. É o retrato da derrota, de como até mesmo um amor verdadeiro pode se deteriorar de maneira irreversível quando o cotidiano não é aquele que foi almejado. O filme mostra a tentativa de Frank e April de se livrarem da vida no subúrbio - refúgio dos americanos de classe média - e o choque que eles sofrem ao constatar a impossibilidade de tal ato, pois há os filhos pequenos, o trabalho odiado mas que garante a sobrevivência e a pressão dos amigos. Frustração talvez seja o sentimento mor expresso pelo filme. Um firme e onipresente sentimento de frustração que acompanha o espectador até depois de seus créditos finais.

As chances do filme de levar uma estatueta para casa são quase nulas na categoria Ator coadjuvante, em que o ator Michael Shannon concorre pois, mesmo que o ganhador não seja o falecido Heath Ledger (ele já levou o Globo de ouro e o Sag Awards, para citar os principais), ainda há outros empecilhos como o ótimo Josh Brolin, indicado por seu papel em Milk.

Já nas outras categorias a que concorre, Direção de Arte e Figurino, suas chances são melhores, mas não há favoritismo.

A Duquesa (Reino Unido, 2008). Escrito por Jeffrey Hatcher e Anders Thomas Jensen. Dirigido por Saul Dibb. Concorrendo a duas estatuetas - Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino - o filme britânico esbanja dos espartilhos e das perucas para expor a cinebiografia de Georgiana Cavendish, Duquesa de Devonshire. Keira Knightley encarna com devoção o papel título, contracenando com um Ralph Fiennes que, apesar de ter sido indicado ao Globo de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante, foi ignorado pela Academia mas que, mesmo assim, representa um impecável Duque de Devonshire. O filme vale também pelo seu valor histórico, ao mostrar a Inglaterra do século XVIII não só em sua proeminente ostentação como também o cotidiano sujo e cheio de intrigas que impregnava a aristocracia britânica.

Ao mostrar uma mulher que era amada por toda a corte inglesa mas era infeliz no casamento, as comparações com a Princesa Diana foram inevitáveis, ainda mais sabendo-se que Diana era descendente da Duquesa. A publicidade do filme explorou esse lado, mas não passa de jogo de marketing. O filme em si não faz nenhuma referência à Princesa de Gales.

Provavelmente sairá de mãos vazias, pois em ambas as categorias a que concorre os oponentes são de peso. O máximo que se pode cogitar é uma estatueta, talvez como uma maneira de distribuir os prêmios e evitar a saída de um só grande vencedor da festa.

Papel higiênico com texto para ler no banheiro

É mais uma invenção brasileira; uma empresa de São Paulo, constatando que a maioria das pessoas gostam de ler enquanto estão no vaso sanitário, decidiu personalizar papéis higiênicos. A personalização ocorre por meio de textos, fotos e outras curiosidades impressas no rolo.

Os idealizadores, enquanto discutiam a criação, pensaram em deixar de lado o xampu e o condicionador, que antes tinham seus rótulos lidos na ausência de jornal ou revista. Para a criação, eles compram o papel higiênico comum e imprimem com poesia, piada, desenhos de Natal, Ano-Novo e outras mercadorias mais inusitadas...

Segundo os criadores, "É legal você sentar e rir com as piadas antes de usar o papel." Houve um advogado que pediu um papel higiênico com texto jurídico. "Teve uma cliente nossa do Rio de Janeiro que quis rolos com imagens do Kama Sutra para dar aos clientes do sex-shop", lembra o empresário.

A empresa vende no mínimo quatro rolos por cliente, com texto o preço é R$ 4,99; se for imagem sai cada por R$ 7,99. A impressão é realizada em impressora comum por meio de técnica sigilosa, onde utilizam uma folha fina junto ao papel.

E o dono do papel personalizado tem planos ambiciosos. Ele estuda a possibilidade de tornar o papel higiênico uma ferramenta de aprendizado às crianças. "Já pensei em colocar textos em inglês para ajudar a meninada a aprender outra língua. Mas, enquanto isso, vamos seguindo com os textos comuns, as piadas e as poesias", frisa o empresário.

Fonte: Terra

Atores que ficaram irreconhecíveis

Bons atores conseguem parecer uma pessoa diferente em cada papel, algumas vezes a tarefa é "facilitada" por uma mudança na aparência, seja por maquiagem ou até mesmo regime, musculação, etc. A Baunilha (Bruna Calheiros) do Sedentário e Hiperativo deu uma dica legal sobre um artigo do site Listal que lista papéis nos quais os atores ficaram irreconhecíveis. Segue alguns exemplos:

5. Christian Bale (Trevor Reznik)


No filme O Operário (2004) o interprete atual do Batman perdeu vários quilos para viver o maquinista Trevor Reznik que tem seu corpo e mente deteriorados por conta da insônia, deixando-o paranoico.

4. Danny DeVitto (Pingüim)



Em Batman: O Retorno (1992) o baixinho irmão gêmeo de Arnold Schwarzenegger ator interpretou Pingüim, sua maquiagem, trejeitos e forma de andar tornaram difícil reconhecer o ator.


3. Heath Ledger (Coringa)



No seu último papel, como Coringa em Batman: O Cavaleiro das Trevas (2008) Heath Ledger se transformou, numa atuação impecável, em um dos mais marcantes personagens do cinema, o que valeu o Globo de Ouro de melhor ator coadjuvantemente deste ano. (E possivelmente o Oscar)

2. Ralph Fiennes (Lord Voldemort)


A maquiagem tornou irreconhecível o ator de O Dragão Vermelho na sua interpretação de Lord Voldemort no filme Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007)

1. Brad Pitt
(Benjamim Button)


No, inédito no Brasil, O Curioso Caso de Benjamin Button (2008 - que será lançado aqui amanhã, dia 16/01/2009) o ator interpreta um homem com característica incomum: nascido com oitenta e poucos anos, ele rejuvenesce a cada dia. Uma boa maquiagem e avançada computação gráfica foram utilizadas para mostrar cada período da vida do personagem.


Para ver a lista completa (com 75 personagem) além de saber os responsáveis pela maquiagem clique aqui (em Inglês)

P.S.: Sim, sou fã de Batman
P.S.2: As numerações presentes no post são apenas para dá um "ar" de lista. E não seguem nenhum parâmetro (ou melhor: seguem minha vontade)
P.S.3: Agradeço ao amigo Anônimo que alertou sobre um erro num detalhe do post

Maiores Personagens do Cinema

Há um tempo o Empire Online divulgou uma lista com os 100 Maiores Personagem do Cinema. Agora o Pedro do blog O Crepúsculo resolveu adaptar a lista ao seu gosto. Elegendo os 10 maiores personagem do cinema na opinião dele. Abaixo segue a lista com os três primeiros colocados na opinião do Pedro:

O Maior Personagem de Todos os Tempos: Darth Vader (Na lista original está na 2ª Posição) - Eternamente o meu favorito.


Interpretado por: David Prose / Voz: James Earl Jones.

Filme
: Star Wars: Uma Nova Esperança, O Império Contra-Ataca e O Retorno de Jedi.

Frase
: “Luke, i am your father” Darth Vader - Traduzir isto seria outra maldade.

Melhor Momento: Todos.

Nunca, jamais, mánemfudendo, existiu um personagem mais incrível do que Darth Vader no cinema. É claro que existem tantos outros, que eu mesmo adoro, mas Lorde Vader jamais será vencido - na minha opinião. Quem não gosta de Star Wars não vai gostar e não vai concordar, mas apesar de eu ser fã e tudo mais, considero sim ele o maior personagem, por todos os momentos serem inesquecíveis. Por ser de quebra o maior vilão da história. A respiração ofegante, o traje preto, a perfeita voz de James Earl Jones, a história por trás de Anakin Skywalker, a incrível luta contra seu filho Luke, culminando em uma das melhores cenas já vistas, que é quando ele diz a Luke que ele é o seu verdadeiro pai. Tudo isso faz de Darth Vader o maior personagem de todos os tempos do cinema.

2° Colocado: Coringa (Na lista original está na 3ª Posição)


Interpretado por:
Heath Ledger

Filme: Batman - Cavaleiro das Trevas

Frase
: “Eu sou um agente do caos.” The Joker

Melhor Momento:
Ao chegar na reunião da máfia, quando ele diz que irá fazer uma mágica, que irá fazer o lápis desaparecer…bem, depois disso vocês sabem o que acontece.

Leia a lista completa >>

21 filmes que se passam durante o Natal

Nós do Desventura indicamos 21 filmes para curtir nesse final de ano, todos os filmes da lista se passam durante as comemorações natalinas. Decidimos indicar não só os filmes mais tradicionais, mas também comédias de humor negro, filmes de ação e terror, desejamos boas festas. Esta é nossa segunda lista para indicação de filmes divulgamos também 21 filmes para morrer de medo no Dia das Bruxas


A Felicidade Não Se Compra (EUA, 1946). Escrito por Frances Goodrich, Albert Hackett e Frank Capra. Dirigido por Frank Capra. George Bailey (James Stewart) é um solícito chefe de família que se depara com duros problemas financeiros e decide se suicidar. Neste momento, ele recebe a visita de seu anjo da guarda, que lhe mostra como seria a vida de conhecidos de George se ele nunca tivesse existido. Um belíssimo clássico para assistir em família em qualquer época. Aproveitando a sensibilidade do período natalino, o filme faz o espectador repensar na forma de enxergar os problemas. 5 indicações ao Oscar.


De Ilusão Também se Vive (EUA, 1947). Escrito e dirigido por George Seaton. Senhor é contratado como Papai Noel por uma loja de conveniência. Quando diz a todos que é realmente o bom velhinho e que está ali justamente para provar que é real, cria polêmica e é atestado como insano e posto em julgamento. A refilmagem de 1994 se tornou um clássico da Sessão da Tarde, mas não possui a magia deste verdadeiro clássico de 1947. Vencedor de 3 Oscars.


O Estranho Mundo de Jack (EUA, 1993). Escrito por Caroline Thompson (baseado em história e personagens criados por Tim Burton). Dirigido por Henry Selick. Tim Burton apresenta esta impressionante animação em stop motion. Jack, o rei da cidade do Halloween descobre um portal para as cidades das outras festas, cansado de sua rotina, convence os habitantes de sua cidade a seqüestrar o Papai Noel e realizar um Natal ao seu modo. Uma impressionante animação em stop motion. 1 indicação ao Oscar.


Simplesmente Amor (Inglaterra/EUA, 2003). Escrito e dirigido por Richard Curtis. Contando com várias tramas paralelas, este longa evoca, de várias formas, a manifestação do amor. Uma ótima e charmosa comédia romântica que retrata as vidas e amores que se entrelaçam durante a época de Natal. Tudo isso com o belo senso de humor britânico. 2 indicações ao Globo de Ouro.


Férias Frustradas de Natal (EUA, 1989). Escrito por John Hughes. Dirigido por Jeremiah S. Chechik. Pai (Chevy Chase) promete a família o mais divertido Natal que já tiveram, mas sua tentativa acaba em grandes confusões. Aonde quer que ela vá, não há como não se divertir com as embaraçosas aventuras desta família.


Esqueceram de Mim (EUA, 1990). Escrito por John Hughes. Dirigido por Chris Columbus. Família viaja para passar o Natal em Paris e esquece um dos filhos em casa. Sozinho, o garoto Kevin (Macaulay Culkin) tem que se virar e ainda escapar das investidas de dois ladrões. Apesar da solidão do protagonista na época em que mais se deseja estar com a família, enquanto crianças, adoramos nos sentir na pele de Kevin em suas aventuras, por mais absurdas que sejam. Quando crescemos, gostamos pela lembrança dos natais da infância. Vale mencionar a seqüência “Esqueceram de Mim 2”. 2 indicações ao Oscar.


Um Conto de Natal (EUA, 1999). Escrito por Peter Barnes (baseado em estória de Charles Dickens). Dirigido por David Hugh Jones. Senhor avarento e ranzinza recebe a visita de espíritos do Natal para que possa, finalmente, passar a amar o próximo. Este filme feito para TV é uma das diversas versões do Conto de Natal criado Charles Dickens. Indicado a 1 Emmy.


O Conto de Natal do Mickey (EUA, 1983). Escrito por Burny Mattinson, Tony Marino, Ed Gombert, Don Griffith, Alan Young e Alan Dinehart (baseado em estória de Charles Dickens). Dirigido por Burny Mattinson. Mais uma versão do conto de Charles Dickens. Aqui, Tio Patinhas assume o papel de Ebenezer Scrooge, velho egoísta e rabugento, que não tem limite para sua ganância e despreza sentimentos como amor, amizade e generosidade. Cabe a Mickey e sua turma, convencê-lo do contrário. É sempre divertido acompanhamos o Natal de um dos personagens mais simpáticos dos desenhos animados. 1 indicação ao Oscar.


Os Fantasmas Contra Atacam (EUA, 1988). Escrito por Mitch Glazer e Michael O'Donoghue (inspirado em estória de Charles Dickens). Dirigido por Richard Donner. Pois é, Charles Dickens mais uma vez. Esta é uma versão bem-humorada de “Um Conto de Natal”. Bill Murray é um arrogante dono de empresa de entregas que recebe a visita de fantasmas na véspera de Natal. Garante boas risadas para aqueles que gostam de assistir a uma boa comédia com a família na época natalina. 1 indicação ao Oscar.


Um Duende em Nova York (EUA, 2003). Escrito por David Berenbaum. Dirigido por Jon Favreau. Buddy (Will Ferrell) é humano que foi criado como duende ajudante do Papai Noel. Após ter problemas na comunidade em que vive, decide largar tudo e partir para Nova York em busca do pai. Uma fantasia bem humorada e seu protagonista provoca uma divertida identificação.


O Expresso Polar (EUA, 2004). Escrito por Robert Zemeckis e William Broyles Jr. (baseado em livro de Chris Van Allsburg). Dirigido por Robert Zemeckis. Garoto (Tom Hanks, que também oferece movimento a vários outros personagens) acredita na existência do Papai Noel, mesmo que seus amigos insistam que o bom velhinho não existe. Na noite de Natal, o menino embarca com outras crianças em um trem rumo ao Pólo Norte, a fim de provar sua crença. A concepção técnica e a atmosfera natalina são fantásticos, com exceção da expressividade dos personagens, que ainda fica a dever em animações em motion capture como essa. 3 indicações ao Oscar.


Papai Noel às Avessas (EUA/Alemanha, 2003). Escrito por Glenn Ficarra e John Requa. Dirigido por Terry Zwigoff. Dois vigaristas passeiam por shoppings fantasiados como Papai Noel e seu elfo ajudante, planejando assaltar os estabelecimentos que visitam, mas encontram um garoto de oito anos que lhes ensina o verdadeiro significado do Natal. Billy Bob Thorton está ótimo como o sarcástico Papai Noel do título. 1 indicação ao Globo de Ouro.


Trocando as Bolas (EUA, 1983). Escrito por Timothy Harris e Herschel Weingrod. Dirigido por John Landis. Executivo e mendigo têm seus papéis trocados na sociedade devido a uma aposta de milionários. A inversão dos valores e a busca por um sentido às novas vidas é o ponto marcante do filme que também se passa durante o Natal. 1 indicação ao Oscar.


Um homem de Família (EUA, 2000). Escrito por David Diamond e David Weissman. Dirigido por Brett Ratner. Executivo ambicioso larga a namorada da juventude para se entregar ao mundo dos negócios. 13 anos depois, já estabelecido e com uma das grandes fortunas de Wall Street, tem uma existência solitária e superficial. Numa certa manhã, acorda em uma casa de subúrbio, com sua antiga namorada ao lado, um choro de bebê e uma menininha pulando na cama do casal. Bastante influenciado por "A Felicidade não se Compra" e “Um Conto de Natal” de Charles Dickens.


Gremlins (EUA, 1984). Escrito por Chris Columbus. Dirigido por Joe Dante. No Natal, pai presenteia filho único com um simpático bichinho peludo. Certas regras de criação não são cumpridas e a pequena cidade onde vivem acaba infestada por pequenos e devastadores monstrinhos em plena noite de Natal. Neste longa, o Natal recebe uma pequena dose de humor negro. Diversão garantida.


Escrito nas Estrelas (Serendipity, EUA, 2001). Escrito por Marc Klein. Dirigido por Peter Chelsom. Comédia romântica que traz a história de um casal que se conhece durante as compras de Natal em Nova York. No entanto, eles se afastam e, anos depois, quando ambos estão noivos, começam a imaginar como seria se tivessem ficado juntos. Levando a divertidas tentativas para localizar a alma gêmea perdida. Uma comédia romântica morninha.


Meu Papai É Noel (EUA, 1994). Escrito por Leo Benvenuti e Steve Rudnick. Dirigido por John Pasquin. Papai Noel sofre um acidente na casa de um vendedor de brinquedos (Tim Allen). Impossibilitado de realizar suas tarefas, o bom velhinho pede ajuda e o cético homem passa a ocupar a sua função e a se transformar, gradativamente, na emblemática figura de Papai Noel.


O Grinch (How the Grinch Stole Christmas, EUA, 2000). Escrito por Jeffrey Price e Peter S. Seaman (baseado no livro de Dr. Seuss). Dirigido por Ron Howard. Grinch (Jim Carrey) vive no Monte Espicho e se sente aborrecido toda vez que chega o Natal. Assim, resolve sabotar as festividades roubando os presentes deixados para as crianças no momento que Papai Noel sai das casas. Mesmo tendo algumas escorregadas, gostamos do filme por possuir aquele clima natalino tão bacana. Vencedor de 1 Oscar.


Duro de Matar (EUA, 1988). Escrito por Jeb Stuart e Steven E. de Souza (baseado em romance de Roderick Thorp). Dirigido por John McTiernan. Não podia faltar um filme de ação com a trama durante o Natal. Policial nova-iorquino, John McClane (Bruce Willis), vai visitar a mulher numa festa no prédio de seu local de trabalho, uma gigantesca multinacional. Entretanto, terroristas invadem o prédio e tomam as pessoas como reféns. O filme é excelente e deu início a uma franquia de sucesso. 4 indicações ao Oscar.


Feliz Natal (Brasil, 2008). Escrito por Selton Mello e Marcelo Vindicato. Dirigido por Selton Mello. Caio (Leonardo Medeiros) visita a família durante a época natalina, mas não é tão bem recebido pelos parentes. Um "filme natalino" amargo. Neste drama, planos fechadíssimos nos aproxima de uma angustiada família e, quanto mais próximos estamos, mais queremos nos afastar. É um filme denso e maduro em que todo elenco cumpre bem a sua função. Excelente a participação de Darlene Glória, vivendo uma personagem desajuizada. No meio de personagens tão sem esperança, os amigos de Caio também se destacam por retratar, com perfeição, o cotidiano de um grande número de brasileiros, que se utilizam do humor para lidar com a desgraçada existência.


Noite do Terror (Canadá, 1974). Escrito por Roy Moore. Dirigido por Bob Clark. Como na lista de filmes de terror, este é a ovelha negra. Se você assistiu até aqui, já se emocionou demais, agora sugerimos uns bons sustos, claro, sem fugir do tema. Psicopata aterroriza um grupo de garotas numa pensão na véspera de Natal. Aos poucos, elas aparecem mortas, vítimas do maníaco. Um bom representante do terror sobre o tema. Aliás, dos slasher movies.

Utilizamos como guia outras listas e sites sobre cinema: Omelista: Filmes Natalinos, Filmes de Natal, Cinema em Cena

Textos e Seleção: Antonio e Otávio Ugá
Arte: Kakate do O Padre Voador
 
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